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Freios

Quais são os componentes mais importantes do sistema de freios?

Composto por elementos de fricção e de sistema hidráulico, o sistema de freios é um item de segurança do veículo e sua manutenção deve ser feita por especialistas. Os componentes de fricção são todos aqueles que agem empregando o atrito entre partes para efetivar a frenagem do veículo, já os componentes hidráulicos têm função de potencializar as forças das peças que entram em atrito ou são utilizadas para acionar determinadas peças que farão o freio funcionar.

As peças de fricção são:

Disco de freio: Podem equipar a parte dianteira ou a dianteira e a traseira.

Tambor de freio: São utilizados na parte traseira do veículo. Em modelos mais antigos são também utilizados na dianteira.

Pastilha de freio: São utilizadas em conjunto com os discos

Lonas de freio: São utilizadas com os tambores de freio

As peças que formam o sistema hidráulico são:

Cilindro mestre: Direciona o fluido de freio em cada roda.

Servo Freio: A função do servo freio é aumentar a força empregada no pedal de freio, que por sua vez acionará todo o sistema.

Cilindro de roda: É um componente que aciona o freio traseiro quando utilizar o sistema com tambores.

Pinça de freio: É a peça onde se encaixam as pastilhas e através de pressão hidráulica em seus êmbolos, pressiona as pastilhas de encontro com o disco.

Quais os sintomas que definem a necessidade de serviços nos freios?

São vários os sintomas que podem ser sentidos no veículo. Listamos abaixo os mais comuns.

Chiado quando se freia;
Necessidade de completar o reservatório de fluido de freio constantemente;
O carro puxa para algum lado quando o freio é acionado;
O pedal de freio pulsa quando acionado;
O pedal de freio cede (abaixa) quando é mantido acionado;
A luz do painel se acende;
Os freios não têm potência;

Quais são os perigos do desgaste excessivo dos freios?

Maior fadiga do condutor e aumento do tempo de reação;
Menor estabilidade em curvas;
A aquaplanagem acontece a uma velocidade 10% menor que o normal;
O sistema de freios ABS não funciona adequadamente sem as rodas tocarem o solo;
Maior distância de frenagem;
Aumenta a possibilidade de derrapagem em solo molhado;
Acentua o desgaste de outros elementos mecânicos;

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Caster

Caster é o ângulo de inclinação da suspensão da roda com relação a um plano vertical. Pode ser negativo (para frente) ou positivo (para trás) e é responsável por proporcionar a estabilidade direcional do veículo. Raramente o caster ocasionará um bamboleio na roda, resultando em desgaste acentuado em pontos localizados da banda de rodagem de um pneu.

Quando a roda estiver tendendo para um lado, é sinal de que o caster está desigual, o que provoca um desgaste irregular da banda de rodagem do pneu. E, quando estiver excessivo, pode resultar em um desgaste total e prematuro da mesma.

As consequências de um Caster fora das especificações são:

Se for insuficiente:

Diminuição da estabilidade direcional em alta velocidade;
Diminuição do esforço direcional requerido em baixa velocidade.

Quando excessivo:

Aumento da estabilidade direcional em alta velocidade;
Aumento do esforço direcional requerido em baixa velocidade;
Pode causar vibrações laterais em alta velocidade.

Diferente lado a lado:

Pode causar tendências no veículo de “puxar” para um dos lados e pode causar problemas em frenagens violentas.
A máxima diferença tolerável lado a lado é de ½ grau.

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Cambagem

A cambagem é a inclinação da roda de um veículo em relação ao plano horizontal. Seu valor é denominado “ângulo de cambagem” (câmber) e será positivo (+) quando a parte superior da roda se inclinar para fora e negativo (-) quando ela se inclinar para dentro.

Este ajuste, de um modo geral, controla as características de rolamento das rodas. A cambagem estando fora dos valores originais do veículo, pode causar desgaste irregular dos pneus, perda da estabilidade e aumento do consumo. Quando os valores de câmber entre as rodas possuem mais do que um grau de diferença, o veículo pode apresentar tendência à deriva (puxando) para o lado positivo.

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Balanceamento

É o processo de equilíbrio estático e dinâmico do conjunto pneu/roda.

Quando deve ser feito:

Preventivamente, a cada 10.000 Km rodados;
Sempre que houver troca dos pneus;
Quando for feito algum reparo em pneus ou câmaras;
Quando forem identificadas vibrações ou ressonâncias;

Sempre que elementos do conjunto rodante forem substituídos (por exemplo: pastilhas de freios, rolamento da roda, peças da suspensão, etc).

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Amortecedores e Suspensão em Geral

O sistema de suspensão do veículo é o responsável por garantir o contato entre as rodas e o solo de forma segura e confortável. Os amortecedores são os componentes que proporcionam segurança e conforto aos passageiros durante a condução, além de proporcionar estabilidade ao veículo.

É também função dos amortecedores manter a estabilidade em buracos, curvas e valetas, impedindo movimentos perigosos e evitando que o carro saia da estrada.

O sistema de amortecimento é fundamental para a travagem. Quando malconservado, fazem com que o carro necessite de uma maior distância para frenagem, causando maior desgaste nos pneus.

Desgaste dos amortecedores

O desgaste dos amortecedores se produz de modo lento e progressivo, por isso é importante realizar a manutenção periódica preventiva. Os desgastes excessivos dos amortecedores podem causar:

  1. Aumento do tempo de reação do condutor.
  2. Vibração nos faróis dianteiros, que acabam não iluminando uniformemente, o que pode ofuscar os condutores que circulem em direção contrária.
  3. Maior desgaste dos pneus, aumentando a insegurança.
    Aumento na distância de frenagem de emergência e a probabilidade de acidente.
  4. Maior risco de aquaplanagem.
  5. Redução na estabilidade do veículo nas curvas ou em rajadas de vento cruzado.

Conselhos de manutenção

Procure sinais de fuga de gás ou de óleo no amortecedor e também comportamentos anômalos nas molas.

É recomendável mudar os amortecedores sempre aos pares, revê-los depois de cada 20.000 km ou substituí-los depois dos 50.000 km rodados, aproximadamente.

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Alinhamento

Diz-se que um veículo tem a direção adequadamente alinhada quando todos os componentes da suspensão e da direção se encontram em boas condições, funcionam corretamente e sem desvio.

É necessário um alinhamento apropriado para que o desgaste da escultura dos pneus seja uniforme e as curvas levadas de modo preciso. Um desgaste desigual dos pneus dianteiros ou traseiros, mudanças na condução do seu veículo ou na resposta à viragem, podem ser indicação de desalinhamento.

Hoje em dia muitos veículos vêm equipados com suspensões traseiras que podem ser ajustadas para o alinhamento. O alinhamento correto vai incidir sobre o desgaste normal dos pneus, alargando assim a vida dos mesmos.

Basicamente, o processo de alinhamento consiste em garantir que os grupos jante-pneu funcionam paralelamente uns aos outros e que tem contato com o solo no ângulo correto. Ou seja, trata-se simplesmente de ajustar as relações entre os componentes da suspensão, da direção e as rodas do veículo.

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